Beitrag

Zur jungquartären Reliefgeschichte des Amazonastales

[On the Late Quaternary relief history of the Amazon Valley]

Klammer, Gerhard

Bild der ersten Seite der Arbeit: On the Late Quaternary relief history of the Amazon Valley

Zeitschrift für Geomorphologie Volume 20 Issue 2 (1976), p. 149 - 170

18 Literaturangaben

veröffentlicht: Jun 29, 1976

DOI: 10.1127/zfg/20/1976/149

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ArtNo. ESP022002002002, Preis: 29.00 €

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Kurzfassung

Die quartäre Entwicklung des Großreliefs im neogenen Amazonasbecken wird durch den Abstieg und die überlagernden glazial-eustatischen Oszillationen des Meeresspiegels bestimmt. Die glazialen Regressionen, die interglazialen und manche der interstadialen Transgressionen sind an ihren Ausräumungs- und Aufschüttungswirkungen zu erkennen. Die weit verbreiteten Reste fossiler Flußmarschen lassen sich durch ihre Höhenlagen bestimmten Meereshochständen zuordnen. Lücken in der dicht besetzten vertikalen Abfolge der Aufschüttungsflächen zeigen glaziale Tiefstände an. Vergleiche mit anderen Gebieten, zum Beispiel dem Themsebecken, aber auch der Vergleich mit den quartären Schwankungen der Meerestemperaturen machen es möglich, die Ereignisse am Amazonas in die regionale Stratigraphie des Jungquartärs einzuordnen. Dabei wird gegenüber der überwiegenden Auffassung in einem Punkte eine Änderung notwendig: erst der Abstieg vom Epimonastirian, und nicht schon der vom Late Monastirian ist mit der WI-Regression gleichzusetzen, denn die Aufschüttungen beider Niveaus haben gemeinsam ausgedehnte Ausräumungsgebiete einer früheren Regression (Riß) aufgefüllt, und sie sind gemeinsam durch eine spätere Regression (Würm I) zerschnitten worden. Ferner wird nach der Regression vom Niveau des Epimonastirian ein interstadialer oder interglazialer Meeresspiegelanstieg auf — 2-3 m beobachtet, der dem WI/II-Hochstand entsprechen müßte. Flächen im Amazonastiefland sind Aufschüttungsformen. Das Relief wird durch Zerschneidung umgebildet. Flächenbildung findet in der rezenten Flußmarsch durch Aufschüttung statt.

Abstract

The development of the Quaternary relief in the Amazon Valley has been decisively influenced by the post-Tertiary fall and the superimposed glacio-eustatic oscillations of sea-level. Glacial regressions, and interglacial and some interstadial transgressions can be recognized by their erosional and depositional effects (Figs. 2, 5, 6 and 7). Numerous remnants of fossil floodplains were surveyed and could be related in height to interglacial high sealevels. Missing terrace positions in the vertical sequence of decreasing floodplain elevations indicate glacial regressions (Fig. 4). By comparing the rhythm of alternating aggradation and degradation as recorded on the Amazon with, for instance, contemporaneous features in the Thames Basin, or with Quaternary oscillations of ocean temperatures, events on the Amazon can be tentatively correlated with the stratigraphy of the Late Quaternary (Table 2). On the Amazon, however, the downward swing of the sea-level after the Epimonastirian height would have to be attributed to the WI- and not to the WII-regression, because a subsequent rise to — 2-3 m, followed by another fall, has been widely observed. This would require this latest — 2-3 m height to be related to the WI/II interstadial.

Abstract

Durante o quaternário, a formação do relevo da bacia amazônica foi influenciada decisivamente pela continua e gradual regressão pós-terciaria e pelas oscilações glácio-eustáticas superpostas. Regressões glaciais e transgressões interglaciais e interestadiais podem ser reconhecidas através dos seus efeitos de degradação e agradação (Figs. 2, 5, 6 e 7). Numerosos remanescentes de planícies de inundação fósseis foram levantados taqueométricamente e puderam ser correlacionados, quanto à sua altitude, à niveis interglaciais altos, enquanto as lacunas na sequência de terraços indicam regressões glaciais (Fig. 4). Comparando-se rítmo de agradação e degradação documentado na bacia amazônica com o de outras regiões, como por exemplo a bacia do Rio Tamisa, ou com as oscilações das temperaturas dos oceanos durante o quaternário, a sequência de eventos no Amazonas pôde ser provisoriamente correlacionada com a estratigrafia do quaternário superior (Tabela 2). No Amazoans pôde-se comprovar ainda que a regressão, ocorrida após a transgressão epimonastiriana, deve corresponder à retirada do mar durante o WI e não à do WII, por ter-se observado um movimento eustático positivo posterior que alcançou a altura de — 2-3 m em relação ao plano base de Obidos e que foi seguido por outra regressão que então correspondería ao WII. Com isso, esse último nivel de —2-3 m deve ser correlacionado com o interestadial WI/II.

Schlagworte

Quaternary relief • regressions • interstadial • glacio-eustatic • fossil floodplains • sea-level • Amazon Valley